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agosto 21, 2019

Bissau - à procura da inspiração perfeita!

Numa planta a aqui chamam caldo-verde (comestível), um gafanhoto em fato de cerimónia!


No âmbito do projeto de escrita criativa "Vamos escrever poemas haiku?" do curso Kripor 3, com jovens guineenses, bolseiros do governo português, aproveitando uma aberta na chuva intensa que tem caído, fizemos um percurso por alguns espaços verdes da cidade de Bissau, abertos a sensações visuais, olfativas, auditivas e táteis. 


Ponto de partida: Hotel Coimbra (local da sala de aula).

No Parque Urbano Nbatonha a visita alongou-se, pois os motivos de interesse botânico e zoológico são abundantes.
Início da observação e registo de notas e fotos.

Cores, formas e aromas...

No final da visita ao Parque, mais uma foto de grupo.

Mais um espaço noutra zona da cidade, onde tudo foi escrutinado com detalhe...

Na última paragem (espaços ajardinados da embaixada de Portugal), fomos recebidos calorosamente pela equipa da cooperação, dirigida pelo Dr. António Nunes (na imagem, à esquerda).
Seguiu-se hoje a escrita, partindo das notas e fotos. Em breve, partilharei os belos poemas que os jovens escreveram.


Abraço.
AP.

março 20, 2018

Num manto feito de frio, chegou a primavera...

Ao cair da noite na horta, uma ameixeira vestiu-se a rigor para a nova estação. Lá mais para o verão, o branco perfumado das flores dará lugar ao vermelho suculento dos frutos...

Haiku dedicado à primavera:
蝶鳥の浮つき立つや花の雲
(chō tori no / uwatsuki tatsu ya / hana no kumo)

Matsuo Bashô (1644-1694)

Borboletas e aves
agitam o voo:
nuvem de flores.
Nota: No século XVII, no Japão, a primavera começava a meio de fevereiro, data do início do novo ano. A cada 2-3 anos, a data era ajustada, podendo recuar ou avançar dois a três dias, em função da primeira lua.

Abraço e que a primavera vos traga o principal bem de primeira necessidade: A ALEGRIA!

ProfAP