Consultando o
Aulete online, ficamos com a impressão de que ambas as grafias e
pronúncias são aceitáveis: “Embora a pronúncia erudita seja a oxítona (com pl. paroxítono:
cateteres), no Brasil é mais us. a forma catéter (pl. catéteres) .]”
No entanto, a
consulta de outras fontes, incluindo os vocabulários da Academia Brasileira de
Letras e do Portal da Língua Portuguesa, mostra que a versão correta da palavra
respeita as suas origens gregas: kathetér.
CONCLUSÃO:
Embora seja comum, tanto em Portugal como no Brasil, a pronúncia “catéter”,
a palavra não é paroxítona (grave), mas sim oxítona (aguda). Logo, a única
grafia correta é CATETER (pronunciada “catetér”).
Nota: É natural que, mais tarde ou mais
cedo, as duas grafias venham a fazer parte dos dicionários como acontece, por
exemplo, com biópsia/biopsia, autópsia/autopsia, termóstato/termostato, púdico/pudico
e túlipa/tulipa.
Abraço.
AP
P.s.: Claro que, numa situação de aflição,
é pouco importante qual a escrita e pronúncia corretas. O essencial mesmo é que
alguém introduza com mestria o pequeno tubo no sítio certo…
Imagem encontrada AQUI.
